Sobre a Voz Pública
Uma publicação editorial dedicada a falar, audição e fonoaudiologia no SUS — com rigor, clareza e atenção ao território brasileiro.
A Voz Pública surgiu em 2024, a partir de conversas entre fonoaudiólogos que atuam na rede pública e jornalistas de saúde. O que nos uniu foi uma constatação simples: temas como surdez infantil, distúrbios da voz e reabilitação auditiva aparecem nas manchetes de forma episódica, mas raramente recebem cobertura contínua e contextualizada.
Decidimos criar um espaço editorial que acompanhasse políticas, programas e experiências locais sem cair no tom alarmista nem no jargão técnico inacessível. Nosso foco é a saúde pública — o SUS, a atenção básica, os centros de reabilitação, as maternidades, as escolas da rede municipal. Não somos clínica nem consultório: não diagnosticamos, não prescrevemos, não substituímos o atendimento profissional.
Como trabalhamos
Cada texto passa por revisão editorial antes da publicação. Buscamos pelo menos duas fontes para afirmações factuais, priorizamos documentos oficiais quando disponíveis e indicamos quando dados são preliminares ou contestados. Entrevistas são conduzidas com consentimento informado; citações podem ser editadas para clareza, mas não distorcem o sentido original.
Publicamos com periodicidade irregular — preferimos qualidade e verificação a volume. Alguns artigos levam semanas de apuração, especialmente quando envolvem deslocamento a serviços do interior ou análise de bases de dados abertas.
Quem escreve
Nossa equipe editorial reúne fonoaudiólogos com experiência em gestão pública, pesquisadores em comunicação humana e repórteres especializados em saúde. Os nomes que aparecem nas publicações são os autores responsáveis pelo conteúdo; não utilizamos pseudônimos.
Mariana Costa cobre vigilância em saúde auditiva e políticas neonatais. Felipe Andrade acompanha a atenção primária e a integração multiprofissional. Lucia Mendes foca em reabilitação auditiva e experiências de usuários do SUS.
Financiamento e independência
A Voz Pública é financiada por recursos próprios de seus editores. Não aceitamos patrocínio de fabricantes de aparelhos auditivos, clínicas privadas ou laboratórios com interesse comercial direto em nossas pautas. Quando citamos produtos ou serviços, é por relevância jornalística — nunca por acordo publicitário.
Correções, sugestões de pauta e relatos de leitores são bem-vindos. Escreva para [email protected].
Cobertura e público
Nossa audiência inclui fonoaudiólogos que atuam no SUS, gestores de saúde, educadores, familiares de crianças com atraso de fala e leitores interessados em políticas de saúde auditiva e comunicação humana. Publicamos em português brasileiro, com referência a portarias do Ministério da Saúde, diretrizes do Conselho Federal de Fonoaudiologia e experiências de serviços em diferentes regiões do país.