Política editorial
Como publicamos, verificamos informações e corrigimos erros.
Escopo
A Voz Pública publica reportagens, entrevistas e análises sobre fonoaudiologia, fala e audição no contexto da saúde pública brasileira. Não oferecemos consultoria clínica, diagnóstico ou recomendação de tratamento individualizado.
Verificação
Buscamos confirmar afirmações factuais com pelo menos duas fontes independentes, sempre que possível. Dados oficiais do Ministério da Saúde, portarias e publicações científicas revisadas por pares são priorizados. Quando utilizamos estimativas preliminares ou dados não consolidados, indicamos essa condição no texto.
Entrevistas são registradas com consentimento do entrevistado. Citações podem ser editadas para gramática e clareza, sem alterar o sentido. Fontes anônimas são utilizadas apenas quando há risco documentado à pessoa e a informação é relevante para o interesse público.
Independência
A Voz Pública não aceita patrocínio de fabricantes de aparelhos auditivos, clínicas privadas ou laboratórios com interesse comercial direto em nossas pautas. Não publicamos conteúdo pago disfarçado de reportagem.
Correções
Erros factuais são corrigidos com transparência. Correções menores (ortografia, links quebrados) podem ser feitas sem aviso. Alterações que mudem o sentido de um artigo recebem nota de correção no final do texto, com data e descrição da mudança.
Para solicitar correção, envie e-mail para [email protected] indicando o artigo, o trecho e a fundamentação.
Atualizações
Artigos podem ser atualizados quando novas informações relevantes surgem. A data de atualização aparece ao final do texto quando a mudança é substancial.
Comentários e relatos
Não hospedamos seção de comentários públicos. Relatos de leitores podem inspirar pautas, mas não são publicados sem verificação e consentimento explícito.
Revisão técnica
Textos que abordam triagem auditiva neonatal, distúrbios da deglutição, reabilitação vocal ou políticas de saúde auditiva passam por conferência terminológica com fonoaudiólogo ou profissional de saúde da área. A redação mantém autonomia sobre estrutura narrativa e escolha de ângulo jornalístico.
Linguagem e estigma
Evitamos termos que criminalizem transtornos da comunicação ou que romantizem o sofrimento. Preferimos linguagem centrada na pessoa e em conformidade com diretrizes de comunicação em saúde adotadas por conselhos profissionais brasileiros.
Atualizações de artigos
Matérias sobre triagem auditiva neonatal, políticas do Ministério da Saúde ou protocolos de reabilitação podem ser atualizadas quando novas portarias ou diretrizes forem publicadas. A data de atualização substancial aparece ao final do texto.
Última revisão: 12 de junho de 2026.